Dedetização ou desinsetização?

O DDT (sigla para Dicloro-Difenil-Tricloroetano) foi o primeiro inseticida moderno. Após a sua introdução e amplo uso doméstico, a ação de desinsetizar também passou a ser chamada de "dedetizar" ou "dedetização". Com o tempo, porém, o uso do DDT foi descontinuado, sendo o mesmo substituído por produtos mais modernos e novas técnicas de aplicação e controle de ambientes. Portanto, ao falar que precisamos fazer uma "dedetização" ou de uma "dedetizadora", o que estamos querendo dizer é "desinsetização" e "desinsetizadora".

Uma das principais técnicas e a mais utilizada nos dias atuais é o conceito de Controle Integrado de Pragas (CIP) ou Manejo Integrado de Pragas (MIP).  Através desta técnica, objetiva-se minimizar gradativamente a utilização de agentes químicos agressivos ao meio ambiente, bem como reduzir perdas patrimoniais e financeiras causadas pela ação de pragas infestantes.

Com o CIP, o prestador de serviços de controle de pragas atende premissas básicas como identificação das pragas, decisão do método de controle e comunicação com o cliente realizadas através de Procedimento Operacional Padrão (POP), de Relatórios Técnicos e Palestras sensibilizadoras para as ações profiláticas. O comprometimento do público interno é de vital importância para a eficácia do processo, seja nos cuidados com a higiene ambiental, como em eventuais modificações de estrutura.

Então, na hora de escolher a empresa de controle de pragas urbanas para fazer o serviço em sua casa ou empresa, procure saber como ela trabalha. Quer ela seja a nossa empresa ou qualquer outra empresa do mercado, ter este cuidado lhe ajudará a utilizar seu dinheiro de forma mais eficiente na resolução de seus problemas com pragas urbanas.


Lembre-se, assim como remédios que compramos em farmácias, os produtos químicos de controle de pragas são venenos. A aplicação e a dosagem de remédios e produtos, se não forem feitas de maneira correta, podem resultar em completo fracasso dos tratamentos e até mesmo intoxicação de pessoas, animais e ambiente.

 

Aedes Aegypti: suas novas doenças e a velha e boa prevenção

Basta nos descuidarmos, deixando um vaso de flor com pequena quantidade de água no recipiente, água acumulada em potinhos no quintal ou em pneus, até em plantas como as bromélias e tampinhas de garrafa, para termos um criadouro do mosquito Aedes aegypti e o mesmo fechar seu ciclo de reprodução. Esse mosquito além de transmitir a febre amarela e a dengue, agora é protagonista de nova preocupação, transmitindo o Zika vírus e o vírus Chikungunya.

O vírus Chikungunya ainda não está circulando pelo Brasil, porém já tivemos 20 casos de pessoas contaminadas, mas que vieram de outros países. Há três casos de investigação, um no Ceará e dois no Amapá e a previsão é que no próximo verão haverá uma possível infestação deste vírus. Já o Zyka vírus atingiu os Estados da Bahia, Maranhão, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe e Paraíba.

Os sintomas dessas doenças são muito semelhantes, como dor de cabeça, dores e manchas vermelhas pelo corpo, febre alta, dores musculares e nas articulações.

Este inseto (figura 1) extremamente adaptado ao ambiente urbano e ao ser humano e difícil de combater desenvolveu uma série de mecanismos evolutivos para sobreviver e tem escapado de todas as táticas de prevenção e controle da doença.O que podemos fazer então?

Prevenir!!! A prevenção é a arma mais eficaz contra esse mosquito. Nós da Unicontrol, sabemos bem o que é isso, pois sempre prevenimos pra não ter que remediar! Realizar uma boa inspeção nos locais mais propícios, conversar com os nossos clientes orientando a melhor maneira de evitar a proliferação e quando necessário, realizar intervenções com aplicações de produtos domissanitários, ou seja, específicos para o controle de insetos.

Segue abaixo algumas dicas para o combate do mosquito e os focos de larvas:

Caso encontre algum foco suspeito de larvas, avise a Vigilância Sanitária de seu município. Se estiver com sintomas parecidos com os citados a cima, procure um médico.